As professoras falam ...
As histórias em quadrinhos me fascinam muito e me encantam, adoro ler histórias, pois parece que a gente incorpora o personagem e vive a história como se fosse com a gente.
Sinto-me uma criança quando leio uma história em quadrinho, pois dou risada, choro e vibro com os personagens.
O que mais atrai nas histórias é a escrita em primeiro lugar, pois me envolvo tanto lendo a história e só depois olho o desenho. O que mais me encanta na escrita é que ela prende atenção e fascina pessoas de todas as idades, basta saber ler e gostar de ler histórias em quadrinhos que já envolve qualquer um nas histórias.
Comecei a ler histórias já tinha uns 10 anos, pois não tinha revistinhas e nem acesso a elas, então conseguia emprestada. Então depois de formada comecei a assinar revistinhas além de ler, claro, as utilizava em sala de aula como recurso e objeto de aprendizagem. Hoje temos a Internet, descobri que navegar no mundo das historinhas é muito prazeroso e informativo, a partir navegação descobrimos muitas oportunidades de aprendizagem para nossa prática pedagógica.
Adoro as histórias do Maurício de Souza porque ele tem uma linguagem bem infantil, trabalha com problemas que surgem na vida infantil e com personagens que as crianças se identificam.
Olhando uma das tiras de uma história infantil(Turma da Mônica), é possível perceber que Chico Bento está com medo da onça, mas já no segundo quadrinho acontece o contrário do ele esperava e assim Maurício de Souza nos mostra como podemos trabalhar as diferenças com os alunos, amizade entre os diferentes, ajudar os outros sem esperar agradecimentos (conteúdos de aprendizagem).
Não podemos deixar de levar em conta que as imagens chamam a atenção, fascinam e prendem a atenção das crianças. PROFESSORA A
As histórias em quadrinhos me fascinam porque gosto muito de ler, os livros usam a imaginação e a história em quadrinhos além da nossa imaginação, tem um acessório a mais, as imagens. Então, os dois: a escrita junto com a imagem atraem.
Comecei a ler histórias em quadrinhos através de pessoas amigas, ainda na infância. Lia muito quando pequena e na adolescência, Marvel, Texas, fotonovelas, Turma da Mônica, Almanaque Disney. Achei interessante navegar na Internet para procurar histórias em quadrinhos, pois achei histórias que lia na infância, X-Mem, turma da Mônica, agora vou navegar mais seguido em busca de histórias em quadrinhos. Gostei de saber que: “ O rei dos quadrinhos entra na era 3D” (De Bruno Sayed Garattoni - O Estado de S. Paulo – SP).
Descobri que a Turma da Mônica ainda é feita no papel, mas o Horácio e outros personagens já ganham versões computadorizadas. PROFESSORA B
Todas as histórias em quadrinhos são interessantes, pois nos transmitem alegria, entusiasmo para ler, são criativas, tem sempre um senso de humor que atrai o leitor, os desenhos nos cativam e para as crianças que ainda não sabem ler (eles falam), fazem a interpretação através deles e criam as suas próprias histórias.
Considero que escrita e imagens, uma completa a outra, pois as imagens estão relacionadas com a escrita. Eu gosto de ler e observar os pequenos detalhes que o desenho nos apresente.
Iniciei lendo em revistas. GIBI eram muito legais, tinha poucas e lia varias vezes a mesma história. Também tinha que criar as histórias em quadrinhos com desenhos e era muito interessante.
A pesquisa na Internet foi interessante, pois a escolha do tema é algo relacionado com o trabalho que realizamos com os alunos, onde eles trazem para a sala de aula temas que são do seu interesse, onde sempre são contadas histórias que eles assistem ou olham em algumas revistas.
Minha escolha foi sobre o tema da preservação do meio ambiente, em que a turma da Mônica fez o moço fazer o papel que a árvore iria fazer para eles brincar, proteger o sol, pendurar o balanço, rede entre outras. Ele, o moço, prometeu nunca mais cortar as árvores.
Podemos, com a ajuda das histórias, desenvolver varias atividades educativas, basta usar a criatividade e deixar que as crianças falem. PROFESSORA C
As histórias em quadrinhos fascinam por serem uma leitura de fácil compreensão, estimulam a imaginação, divertem e despertam o gosto pela leitura. As histórias abordam temas da vivencia dos leitores o que satisfaz e serve para manter o interesse. Houve uma época em que as HQs sofreram críticas severas, pois foram acusadas de não educativas e isso levou muitos pais e educadores a discriminar e não valorizar o aspecto positivo, assim, as publicações foram diminuindo, muitas crianças hoje não conhecem histórias em quadrinhos. Aprendi a gostar lendo fotonovelas, depois lia histórias em quadrinhos para o irmão mais novo, revistas de super-heróis para o filho, tudo o que tinha no mercado. Para os alunos, levo as revistas de casa, mas não muito seguido. Começo a entender porque meu filho gosta tanto e fica horas frente a esta máquina, o valor informativo não tem comparação com outro meio, ensina e diverte ao mesmo tempo. A tirinha da turma da Mônica, que mais gostei, mostra situações e temas comuns da vida da criança com muito humor.PROFESSORA D
Encontrei neste endereço:
Turma da Mônica
Durante a minha infância gostava de penetrar no mundo imaginário das histórias em quadrinhos, por que eram momentos de encantamento, alegria. Hoje ainda gosto, mas tenho pouco tempo para este tipo de leitura. Quando surge a oportunidade e tenho contato com alguma revista aproveito e curto a leitura.
Chama-me atenção à história boa, que prende a atenção e o desenho coerente com a situação da história.
Comecei a ler revistas em quadrinhos quando criança. Hoje gosto das revistas da Turma da Mônica, Cascão, Tio Patinhas, Pato Donald. PROFESSORA E
Histórias em Quadrinhos fascinam porque a ilustração chama a atenção do leitor e as histórias mais antigas, como Pato Donald, traziam bastante diversão.
Normalmente as imagens atraem mais, pelo seu colorido e pela riqueza de ilustrações.
Eu tenho um sobrinho (mais velho que eu) que adorava ler histórias em quadrinhos quando éramos crianças. Ele me dava muitas revistas e então comecei a ler quase que diariamente. Atualmente não leio, mas gostava muito do Pato Donald. Gosto muito da Turma da Mônica e do Pato Donald.
Hoje, a Internet nos oferece um grande repertório de histórias em quadrinhos e a navegação é algo simples, só requer um pouco de tempo e paciência, pois normalmente as páginas abrem lentamente, dependendo do computador.
Podemos explorar as tirinhas, por exemplo, de muitas maneiras: fazendo correções das escritas incorretas, pintando, modificando a história, interpretando-a, etc. Gosto muito da Turma da Mônica e do Pato Donald, os mesmos sugerem uma série de atividades, já mencionadas anteriormente. PROFESSORA F
Sites interessantes:
Portal da Mônica
HQs
Desenhos Animados
Portal Disney
As histórias em quadrinhos fascinam pelo modo que são escritas com frases curtas, diretas, sem muitos rodeios para dar suas mensagens.
Tanto a escrita como as imagens coloridas e as figuras levam as crianças e os adultos a gostarem das histórias em quadrinhos.
Quando elas iniciaram a me agradar, eu não lembro, mas eu lia e gostava e hoje ainda leio. As crianças também gostam, antes mesmo de saber ler, elas são atraídas pelas imagens.
Foi importante relembrar e saber que as histórias estão cada vez mais atraentes e cada vez mais próximas, prontas para serem lidas tanto pelos adultos como pelas crianças. PROFESSORA G
As histórias em quadrinhos fascinam quem as lê porque, juntamente, com a escrita contêm ilustrações, as quais chamam a atenção. O tamanho e a simplicidade do texto também são outro fator que, sem perceber, causam atração, pois as histórias são curtas e transmitem o recado diretamente, sem rodeios. Assim, quem as lê logo quer ler mais e mais, pois entendeu o conteúdo da mensagem, sendo que a ilustração que acompanha cada segmento do texto, também causa alto impacto.
As imagens causam mais impacto que a escrita, pois mesmo quem ainda não sabe ler pode compreender a história através das ilustrações que elas contém.
No início da alfabetização, quando comecei a ler, meus pais compravam as revistinhas. Então “consumia” os livros de histórias em quadrinhos e quando não tinha um novo livrinho para ler relia os que já tinha novamente. PROFESSORA H
As histórias em quadrinhos me fascinam, pois geralmente são muito inteligentes e criativas, requisitos básicos para serem atraentes. Nas HQs, tanto as imagens quanto a escritaatraem. Algumas podem ser lidas sem texto e são igualmente interessantes ou até mais. A escrita também e interessante, porque contém a essência da mensagem, incluindo algumas sutilezas, tornando o texto extremamente atraente. Isto acontece com mais freqüência nas tiras. Fui iniciada nas historias em quadrinhos na infância, por influencia de irmão e primos. Quando criança e adolescente adorava Walt Disney: Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas, Pateta... Tarzan. PROFESSORA I

Outros Depoimentos (publicados em sites):
“Quando comecei a ver desenhos animados, ou a ler revista em quadrinhos. Minha irmã, que era 11 anos mais velha que eu, era uma leitora assídua de gibis, então, desde o momento em que vim ao mundo, via a casa cheia de HQs por toda parte. Eu vivia com um lápis na mão fazendo desenhos.
O engraçado é que, diferente da maioria das crianças, eu nunca desenhava apenas figuras. Pegava papel timbrado do escritório do meu pai e fazia histórias. Comecei isso como hobby, jamais pensei que seria meu ganha-pão, pois achava que iria assumir a direção da construtora da família”(Don Rosa - quadriculista do Tio Patinhas).
"Eu li gibis assim que aprendi a ler e escrever. Minha família não se interessava pelos quadrinhos, mas eu conseguia alguns na minha escola e com amigos da rua. Eu guardava meu pouco dinheiro e comprava os gibis” (Cenzis Ertem/ Stambul).
"Comecei a ler quadrinhos quando tinha 6 anos. Zembla foi o primeiro gibi que li. Minha família não se opôs aos gibis, pelo contrário, meu pai também os lia. Nós compramos 4 gibis por semana. "Mark" para minha irmã, e para mim: Zagor, Tex e
Gordon”(Orham Berent).
“Aprendi a ler com os quadrinhos e desde os 5 anos dizia que queria trabalhar na Editora Abril! Anos mais tarde, durante a faculdade, conheci o saudoso Waldyr Igayara, que havia sido diretor-editorial da Abril. Com seu incentivo produzi uma história do Zé Carioca que agradou ao Euclides Miyaura, então editor da linha Disney” (Fernando Ventura quadrinhista Zé Carioca e Mickey).
“Quando eu era criança sempre lia muitas e muitas revistas em quadrinhos dos personagens Disney. Depois das leituras ficava a brincar pelos cantos da casa a me imaginar como um daqueles fantásticos seres trazidos à vida pela imaginação e criatividade de Walt Disney. Por vezes era o Mickey, em outras oportunidades queria ser o Pateta, o Pato Donald ou o Zé Carioca. Todos se tornavam parte dos meus sonhos de menino...” (João Luís Almeida Machado).
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