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Auto-Avaliação_Vera Laura

Page history last edited by PBworks 5 years, 5 months ago

 

Auto-avaliar-me? Outra vez? Escrever? Novamente? Sim! Porque o espanto? Afinal, este é um exercício que fazemos constantemente tanto na vida privada como na profissional. Neste curso, a avaliação / auto-avaliação está contemplada de todas as disciplinas, momentos e ambientes até por que avaliação é um processo. Então, a medida em que vamos aprendendo, também vamos avaliando que estamos a pensar, a fazer, a dizer, a construir, a intervir, a trocar, a discordar, a errar, a confundir, a omitir, a superar... A transformar em nós e a parir desta, possibilitando mudanças nos ambientes (espaços e relações) com o qual nos envolvemos.

Diante disto, o exercício da auto-avaliação no PROA10 torna-se um ato de rotina, disciplinado e organizado possibilitando verificarmos nossas conquistas e o que temos de seguir buscando ou aprimorando, nunca rotineiro (impensado, mecânico, destituído de sentido).

Assim, refaço de forma sintética minha caminhada desde o momento em que fui apresentada ao PA e as ferramentas e ambientes virtuais por uma equipe de profissionais que nos “adotou” e está até o momento nos amparando no desbravar desta nova dimensão que se apresenta para nós, aprendentes privilegiados que somos.

Pensar em momentos de aprendizagem e exemplificá-las, torna-se difícil, pois foram e são tantas, incessantes, uma decorrente de outra e mais outra. Na verdade, hoje vejo que deveria ter registrado cada dúvida ou insight surgido, mas o tempo não permite. Nesta constatação parece-me já estar externando uma aprendizagem: o uso do blog, muitas vezes utilizado sem a profundidade necessária ou com a clareza e leveza que lhe deve ser conferida. Confesso, ainda não estou satisfeita com meu desempenho em relação a ele.

Na realização do PA, no momento presencial as questões construídas, tanto quanto o mapa, foram feitas rapidamente ficando para a etapa a distância realizarmos as reflexões e modificações necessárias, tarefa que não foi fácil, visto que o manejo das ferramentas para a execução das tarefas, bem como para efetivar as interações grupais ainda eram (de certa forma) um grande “ tabu” para mim (como para a maioria da turma).

Porém, com o tempo fomos ousando aventurarmo-nos “em lugares não dantes navegados” e aceitando correr riscos. Errar, já não se tornava tão feio. Refazer foi incorporado como nova possibilidade de superação, visitar os fóruns como alento, pois não estávamos sós a sofrer a mesma angústia, além de descobrirmos muito com a dúvida dos outros. Na maioria das vezes nem precisávamos postar para descobrir como proceder diante de determinada situação. E a aprendizagem individual e compartilhada foi e continua acontecendo.

Quanto às questões do PA (individual) terminei mudando a medida em que fui lendo textos sobre a construção dos mesmos, das certezas das dúvidas. O nome da Plataforma do PA, nós do grupo fomos discutindo ao longo da construção e terminamos trocando de Medo e Imagem para Imagem (acerto grupal), por entender que abrange o que todas desenvolvemos - individual (Filmes de Terror, Histórias em Quadrinho e Imagens) e coletivamente-, porém, lá no fundo, persiste a dúvida: “Será que não deveria ser “O fascínio das Imagens”?, já que foi o que aproximou-nos na construção dos PÁs. Mas grupo decide junto. Esta é outra aprendizagem, ou seja discutir, esgotar e fechar em determinado momento, pois muitas vezes a discussão se prolonga, não tem fim, nos desviando de questões pendentes que estão a exigir nossa atenção. Recuar, voltar o atenção para outro lado é imprescindível até para a interação grupal e para efetivação das ações. Nessa trajetória, o que se firmou importante, foi a discussão sobre os conteúdos do PA. O que poderíamos trabalhar em sala de aula com ele e a partir dele? Ao fazer-nos esta pergunta percebemos que possibilidades de exploração de conteúdos são inesgotáveis, pois a medida que elencamos alguns vamos vendo além das relações entre eles, novos conteúdos que podem ser elencados e assim infinitamente. Parece-me que no PA o que irá definir a seleção dos conteúdos é o rumo que a pesquisa irá tomar, a partir das certezas e dúvidas, das necessidades do aprendente.

Outra situação de aprendizagem que considero importante destacar, ainda, está acontecendo, se refere à construção final do mapa conceitual, pois a medida em que vamos desenvolvendo o projeto e reconstruindo o mapa outros conceitos surgem e mais e mais relações entre eles, então surge a grande dúvida: Quais colocarmos? O que é prioritário? Quais englobam o quê? (Nesta trajetória, construí mapas individualmente para poder discutir em grupo. Também, enquanto grupo, trocamos muitas idéias por e-mail, pois foi o meio de comunicação mais efetivo para promover nossas construções grupais e individuais) Isto requer revisão do PA e os rumos tomados, bem como do mapa inicial e as versões posteriores, requer a cima de tudo trabalhar em equipe e lidar com as diferenças de modos de entendimento e com as aprendizagem de cada um. Entendo que trabalhar com PA, muito mais que uma metodologia é trabalhar com o desenvolvimento e aprendizagem humana. Envolvem procedimentos / habilidades, conhecimentos, valores, atitudes.

Como afirmar se houve aprendizagem? Acredito que a mudança de procedimentos, entendimentos retratadas nas tarefas propostas comprova que houve e está havendo aprendizagem.

 

Primeira versão das questões:

Até que ponto as histórias em quadrinhos fascinam crianças e adultos? Por quê?

Dúvidas: As histórias em quadrinhos fascinam crianças e adultos? As histórias em quadrinhos fascinam crianças e adultos pelo mesmo motivo? O fascínio pelas histórias em quadrinhos contribui para o desenvolvimento e aprendizagem humana? Como? O que atrai mais, a escrita (história) ou as imagens? Como as crianças são iniciadas nas histórias em quadrinhos? E os adultos? O que lêem? Qual a preferência?

Certezas: As histórias em quadrinhos fascinam todas as pessoas, porém em graus diferentes. As Histórias em quadrinhos estimulam a imaginação, a criatividade e a concentração. É uma atividade lúdica.


 

Primeira tentativa: organização do mapa conceitual para colaboração no mapa grupal.

 


Segunda tentativa:

 

 

 

 

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